Regras de origem na prática: você sabe como seu produto se torna originário?
Para que um produto seja considerado originário e tenha acesso às preferências tarifárias, ele precisa cumprir as regras de origem previstas nos acordos comerciais. Esses critérios avaliam como e onde ocorreu o processo produtivo, desde os insumos utilizados até as etapas de transformação.
Determinando a origem dos produtos
Para determinar a origem, o primeiro passo é confirmar se o produto está negociado e incluído na lista de preferências do acordo aplicável. Na sequência, analisa-se o processo produtivo e a composição dos insumos, identificando se há utilização de materiais importados ou se o produto é elaborado exclusivamente com insumos nacionais. Havendo insumos estrangeiros, deve-se avaliar se ocorreu transformação substancial, ou seja, se as etapas produtivas realizadas foram suficientes para caracterizar o produto como originário do país exportador.
É importante destacar que as regras de origem não são iguais para todos os acordos comerciais. Cada acordo estabelece seus próprios requisitos específicos, fórmulas para o cálculo dos percentuais de materiais não originários, além de, em alguns casos, exigir o cumprimento de determinados processos produtivos para qualificação da origem. Por isso, esse processo exige atenção individualizada a cada acordo, evitando interpretações equivocadas e riscos de não conformidade.
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