A discussão sobre RECOF costuma começar da mesma forma:
"Quanto custa implementar?" Mas essa talvez não seja a pergunta mais importante.
Empresas que já possuem perfil para operar no regime frequentemente analisam apenas o investimento necessário para sua implantação, mas o que raramente entra na conta é o custo de continuar operando sem ele.
Essa decisão pode impactar fluxo de caixa, competitividade, eficiência operacional e capacidade de crescimento.
Na TTMS, enxergamos o RECOF como uma ferramenta para estruturar operações mais eficientes, previsíveis e orientadas por dados, unindo consultoria especializada, metodologia e tecnologia ao longo de toda a jornada do cliente. Essa abordagem está refletida no posicionamento estratégico e no portfólio da área de RECOF da TTMS.
E na sua empresa: o RECOF ainda é visto como um projeto operacional ou já faz parte das discussões estratégicas do negócio?
O RECOF costuma ser adiado por um motivo simples:
As empresas analisam apenas o investimento necessário para implementá-lo.Mas deixam de avaliar o custode continuar sem ele. No fim, a decisão acaba sendo baseada no desembolso inicial,e não no impacto para o negócio.
Talvez,a pergunta hoje seja: Quanto custa implantar o RECOF?
Você já se perguntou quanto custa continuar operando sem ele? Quando essa mudança acontece, o RECOF deixa de ser um projeto de Comércio Exterior e passa a ser uma decisão de competitividade.
O impacto vai muito além da suspensão de tributos.
Uma operação estruturada em RECOF pode contribuir para:
- Melhor fluxo de caixa
- Redução do capital comprometido na importação
- Mais previsibilidade para a gestão
- Governança e rastreabilidade dos processos
Talvez a sua empresa só tenha decidido contra o RECOF por não ter analisado o Regime por essa outra perspectiva!