A Reforma Tributária trouxe uma das maiores mudanças já vistas para a Zona Franca de Manaus. Mas não da forma que muitos imaginam. O incentivo fiscal não acabou, mas a lógica por trás dele sim.
Se antes a competitividade estava concentrada em desonerações diretas, agora ela passa a depender da correta gestão de créditos presumidos de CBS e IBS, da manutenção estratégica do IPI e de uma governança tributária muito mais robusta.
Isso muda completamente a forma como empresas da ZFM — e também aquelas que se relacionam com ela — precisarão administrar seus processos.
As organizações que compreenderem essa mudança sairão na frente durante a transição para o novo sistema tributário.
A Reforma não enfraqueceu a Zona Franca de Manaus, ela elevou o nível de gestão necessário para capturar seus benefícios.A Reforma Tributária não acabou com os incentivos da Zona Franca de Manaus.
Ela mudou a forma como eles geram valor. O antigo modelo baseado em desonerações diretas dá lugar a uma lógica muito mais dependente de gestão, créditos e controle operacional.
O benefício continua existindo. O desafio agora é saber capturá-lo.
A competitividade da ZFM passa a depender de:
- créditos presumidos de CBS e IBS
- manutenção estratégica do IPI
- gestão eficiente dos créditos
- compliance e controle junto à SUFRAMA
O incentivo deixa de ser automático e passa a exigir governança.
O maior risco da reforma não é o fim dos benefícios.
É continuar tratando a ZFM como se nada tivesse mudado. As empresas que revisarem seus processos e sua estratégia tributária estarão mais preparadas para preservar e potencializar, os ganhos econômicos da região.