Reforma Tributária e ZFM: os benefícios acabaram?

02 Jul 2026

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A Reforma Tributária trouxe uma das maiores mudanças já vistas para a Zona Franca de Manaus. Mas não da forma que muitos imaginam. O incentivo fiscal não acabou, mas a lógica por trás dele sim. 
 
Se antes a competitividade estava concentrada em desonerações diretas, agora ela passa a depender da correta gestão de créditos presumidos de CBS e IBS, da manutenção estratégica do IPI e de uma governança tributária muito mais robusta.

Isso muda completamente a forma como empresas da ZFM — e também aquelas que se relacionam com ela — precisarão administrar seus processos.
 
As organizações que compreenderem essa mudança sairão na frente durante a transição para o novo sistema tributário.
 
 A Reforma não enfraqueceu a Zona Franca de Manaus, ela elevou o nível de gestão necessário para capturar seus benefícios.A Reforma Tributária não acabou com os incentivos da Zona Franca de Manaus.

Ela mudou a forma como eles geram valor. O antigo modelo baseado em desonerações diretas dá lugar a uma lógica muito mais dependente de gestão, créditos e controle operacional.

O benefício continua existindo. O desafio agora é saber capturá-lo.

A competitividade da ZFM passa a depender de:

  • créditos presumidos de CBS e IBS
  • manutenção estratégica do IPI
  • gestão eficiente dos créditos
  • compliance e controle junto à SUFRAMA

O incentivo deixa de ser automático e passa a exigir governança.

 

O maior risco da reforma não é o fim dos benefícios.

É continuar tratando a ZFM como se nada tivesse mudado. As empresas que revisarem seus processos e sua estratégia tributária estarão mais preparadas para preservar e potencializar, os ganhos econômicos da região.

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