Nem toda resposta às novas tarifas americanas está na operação. Parte dela pode estar nos seus créditos acumulados de ICMS.
Desde a publicação das novas tarifas de 25% pelos Estados Unidos sobre a maior parte dos produtos brasileiros, empresas exportadoras passaram a buscar alternativas para preservar margens e manter sua competitividade.
Nesse cenário, a gestão dos créditos acumulados de ICMS ganha ainda mais relevância. Para muitas empresas, trata-se de um ativo importante, que pode fortalecer o fluxo de caixa justamente em um momento de maior pressão sobre custos.
É por isso que o Programa ProAtivo do Estado de São Paulo voltou ao radar de muitas organizações. Após mais de um ano sem novas rodadas, o contexto atual reforça a importância de mecanismos que permitam acelerar a utilização desses créditos.
Independentemente de quando uma nova janela venha a ser aberta, a preparação começa agora.
Empresas que já conhecem seu saldo de créditos, validaram sua elegibilidade e organizaram a documentação estarão em uma posição muito mais favorável para aproveitar uma eventual oportunidade.
Mais do que uma questão de compliance, a gestão tributária tornou-se uma ferramenta estratégica para geração de caixa e fortalecimento da competitividade.
Na TTMS, acreditamos que os desafios do comércio internacional exigem uma visão integrada entre estratégia tributária, comércio exterior e gestão financeira. É essa conexão que permite transformar mudanças regulatórias em oportunidades para o negócio.
O problema não termina na tarifa
A pressão sobre margens e competitividade aumenta a necessidade de encontrar alternativas de caixa. Para muitas exportadoras paulistas, parte desse valor pode estar em créditos de ICMS ainda sem utilização efetiva.
Onde entra o ProAtivo?
O programa permite, por meio de rodadas específicas, a transferência de créditos acumulados de ICMS. Mas a abertura de uma rodada não elimina o trabalho prévio de validação, organização e habilitação dos créditos.
Empresas que já conhecem seus saldos, riscos e documentação conseguem responder mais rápido quando surgem alternativas de monetização.
Crédito parado não protege margem. Crédito preparado amplia opções.